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FAMÍLIA DEU KÂIMBRA 2 X 3 CAIDERA

A grande final masculina chegou com clima de revanche, já que as duas equipes haviam se enfrentado na primeira fase. E, como sempre acontece no derby bancário, a partida foi tensa, recheada de emoção do começo ao fim.
O Caidera, atual campeão, entrou mais ligado e abriu o placar logo aos três minutos, com Thiago aproveitando uma saída errada de bola. O gol pareceu abalar a Família Deu Kâimbra, que demonstrou ansiedade incomum, acelerando jogadas e perdendo a cadência habitual. Com isso, os erros começaram a se acumular e, em nova falha — desta vez na marcação — João apareceu livre para ampliar.
Atrás no placar, o FDK se lançou de vez ao ataque, abrindo espaços. E João, em grande fase, aproveitou mais um vacilo para marcar o terceiro do time da Cidade de Deus, com pouco mais de dez minutos de jogo. A equipe laranja da Zona Leste partiu então para o tudo ou nada e conseguiu diminuir antes do intervalo, com Felipe, mantendo o duelo vivo.
No segundo tempo, o ritmo permaneceu intenso: o Família Deu Kâimbra  atacava como podia, enquanto o Caidera se fechava bem, buscando o golpe fatal nos contra-ataques. O placar, porém, teimava em não se mexer — até que Bruno, a cinco minutos do fim, marcou o segundo e deixou a partida completamente aberta.
Os instantes finais foram dramáticos, com as duas equipes buscando a definição. Mas o tempo correu, o equilíbrio permaneceu e ninguém voltou a balançar as redes. Ao apito final, explodiu a festa: o Caidera conquistou o bicampeonato 2024/25, chegando ao sétimo título de sua história sob o comando do técnico Rubão — um feito monumental e digno das grandes páginas do esporte bancário e sindical em São Paulo.

SÚMULA DO JOGO

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